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Daniel Curval - Fine Art Photographer
Ma (間)
Ma (間)
Na linguagem japonesa, "Ma" é uma conceptualização conjunta de espaço e tempo, ou intervalo entre duas acções ou eventos, ou também um vazio espacial. A duração de tal espaço pode ser lazer, quietude, gentileza, ou descanso. "Ma" pode ser tanto distância no tempo, como o tempo. Estes dois conceitos (espaço e tempo) são concebidos como intervalos, e isto reflecte-se na arquitectura, nos desenhos de jardim, na música e no teatro. Um termo comumente usado na música, em performances, ou na arte marcial, é o "maai" - um composto de "Ma" e "ai" (unidade). Esse termo pode ser interpretado como que "espaço harmonizador", ou "unidade de espaços".
Segundo Arata Isozaki, "Ma" é um lugar onde uma vida é vivida, um espaço que só começa a fazer sentido quando existe indicações de vida humana." Para ele, "Ma" é um alinhamento de sinais. Um lugar vazio onde todos os tipos de fenómenos aparecem, passam e desaparecem, onde vários símbolos de arranjo de fenómenos e formas altamente elásticas surgem. A autora do livro "MA" entre espaço da arte e comunicação no Japão, Michiko Okano, afirma que o "Ma" «está presente em todas as manifestações culturais japonesas. Possui múltiplas semânticas, uma delas é a do espaço de possibilidade e disponibilidade e a outra é a de espaços intervalares, que desconstrói o pensamento dual e aposta na possibilidade de um espaço intermediário que pode ser concomitantemente as duas coisas».
O "Ma" é um conceito espacial que tem como característica a imaterialidade. Ele é mais subjetivo que objetivo. Seu significado é compreendido por suas manifestações visuais nas artes. (fonte)
Mais difícil do que fotografar é recusar fotografar
E-certificates for Best Photo from B&W World (Art's) International Photography
Certificados Electrónicos atribuídos entre 2025/26 pela plataforma online
B&W World (Art's) International Photography
Paisagem do Parque Nacional da Peneda-Gerês, Albufeira de Vilarinho da Furna, Portugal
Fotografia patente na exposição Coletiva de Autores — múltiplos olhares
A Filantrópica da Póvoa de Varzim apresenta uma exposição coletiva, de 10 de Janeiro a 27 de Fevereiro de 2026, que reúne pintores e fotógrafos com percursos, gerações e linguagens muito diversas, num encontro entre a pintura e a fotografia enquanto formas complementares de ver e interpretar o mundo. [...]
A fotografia surge igualmente em múltiplos registos: do fotojornalismo e da documentação social, com trabalhos de forte impacto humano, à fotografia de autor e Fine Art, passando pela paisagem, arquitetura, conceptual e processos históricos como a fotografia estenopeica. Estão representados fotógrafos com reconhecimento nacional e internacional, como Rui Caria, André Boto, António Campo Leal e António Morais, bem como autores com percursos sólidos e profundamente ligados ao território e à prática artística, como Daniel Curval, Dinis Matos Ponteira e Álvaro Freixo Gil Silva.
Múltiplos olhares é, acima de tudo, um convite ao encontro: entre linguagens, experiências e sensibilidades. Um espaço onde cada obra propõe uma forma singular de olhar — e onde o público é convidado a construir o seu próprio percurso.
Atlantic Lighthouse
I really like coastal capes, stone piers that jut out into the sea, and lighthouses that aid ocean navigation.
Photo taken with a Canon digital EOS RP camera, full frame, with a Canon RF 50 mm f/1.8 lens.
Dia Mundial da Fotografia (19 de Agosto)
Em 19 de Agosto de 1839 o governo francês anuncia, oficialmente, a invenção da fotografia e o seu domínio público.
Há 186 anos que a arte fotográfica desde o daguerreótipo tem evoluído de diversas formas técnicas. Neste nosso século XXI o acto fotográfico está totalmente democratizado e acessível a todos.
A democratização do acto fotográfico é de saudar, porém também produziu a massificação e a poluição visual em que o mundo contemporâneo vive. Um dispositivo como um Smartphone tecnicamente já tem integrado uma câmara fotográfica que consegue registar imagens fotográficas com elevada qualidade técnica. Todavia a arte fotográfica não se resume à técnica, mas à união da técnica com a estética e todas as regras de composição de uma imagem fotográfica ou pictórica. Convém, também, fazer uma distinção entre o que é uma fotografia (materializável) e uma imagem fotográfica (desmaterializável).
Um fotografia só existe quando impressa num suporte físico (o papel continua a ser o suporte de excelência, mas actualmente consegue-se imprimir em quase todos os materiais físicos).
Uma imagem fotográfica não exige nenhum suporte físico, é volátil, não tem corpo, não tem matéria. São as imagens que consumimos em larga escala através dos écrans. Para terminar, para mim, quem não consegue fotografar em modo M (Manual) definindo a abertura do diafragma (A) e a velocidade do obturador (S) não se pode considerar um fotógrafo. Por último, nunca, mas nunca uma imagem fotográfica produzida por IA pode ser considerada uma fotografia.
Vídeo da Exposição STILB LIFE (séries C e D) - a ausência da presença
Exposição STILB LIFE (Séries C e D) - a ausência da presença
a exposição coletiva PRIMEIRA LINHA estará patente no Polo de Póvoa de Varzim
no DIANA-BAR, de 10 de maio a 10 de junho de 2025.
A exposição STILB LIFE (Séries C e D) - a ausência da presença
pela Curadora Isabel Babo.







